Arquivos Mensais: Julho 2007

Algumas frases são do tipo que te fazem detestar profundamente a pessoa que as disse. Não há como se desculpar por frases assim… tão baixas.

O difícil não é bem assim esquecer… esquecer pode ser fácil, às vezes. Acontece que parece que essas frases, mesmo depois de esquecidas, não deixam de denunciar o que nos deixou entrever. Uma baixeza desse jaez acaba manchando pra sempre a imagem de quem a diz.

Por outro lado, algumas frases sao tão encantadoras que dão vontade de se derreter em quem as disse. Certas frases são do tipo que nos fazem sentir como se aquela pessoa fosse nossa. Não no sentido de posse.

Nem só de sacanagem, trepada e sexo vive o homem. O papo hoje é pra resolver duas necessidades que esta personalidade virtual sentiu em seu coraçãozinho de mentira: tem gente que morre, tem gente que continua vivo.

Clarificando: achei muito bonito e feliz o pronunciamento que o nosso excelentíssimo Presidente Luís Inácio Lula da Silva fez na última sexta-feira, na TV. Assisti alguns minutos em que ele enfatizou fortemente a necessidade de serenidade na avaliação dos responsáveis. Repare que eu até preferi evitar a palavra culpado, já que é tremendamente fácil buscar alvos pra nossa raiva.

Tendo isso em vista, explico que perdi um colega que estava no prédio da TAM no momento da colisão.

Sim sim, dá raiva e coisa e tal. Mas eu não pretendo virar joguete de uma certa mídia que se aproveita de qualquer coisa pra fazer sacanagens políticas. Fico aqui na minha, sem saber se lamento ou se fico grato. Não era Nietzsche quem dizia que o amor fati era uma conseqüência da percepção da dimensão trágica da vida? Pois é, fiquei eu cá pensando em como, morrendo hoje,  eu poderia estar menos preso.

Nós estamos vivos, compreendem, meus caros leitores? Há algum tempo venho pensando como abordar-lhes sem cair nos clichês da blogosfera. Afinal, este meu blog é bem simples, sem figuras, fotos ou vídeos. Coisa pra quem gosta de ler mesmo… e, ainda por cima, de vez em quando trago uns textos enormes pra vocês. Expresso, agora, minha gratidão aos assíduos e aos passantes: gratidão pelos comentários, pelas visitas também… mas nem tanto por essas coisas, porque o que me faz agradecer-lhes é ser lido.

E quanto à “tragédia” da TAM? Ah… tá de sacanagem!?

Coisas da mudernidade:

- sair à noite sem pegar alguém é uma merda;

- ficar de rolo sem transar é uma merda;

- transar sem gozar não é sexo.

Venhamos e convenhamos, quem consegue gozar com tanta merda?

Sofia: jovenzinha petulante, que superestima a própria capacidade de ser ácida… De pele branquíssima! Trepa gostoso, segurando pra não gritar.

Jonas: jovem empresário com uma linda bunda. Trepa rápido, goza rápido.

Laila: quadris largos e baixinha. Mignom do melhor filé. Tem um sorriso lindo, e diz que engole em vez de cuspir.

Daniel: é muito doce, mas sinto dó ao percerber o quanto ele é solitário. Será que a porra dele também é muito doce?

Rosana: uma linda moreninha de lindos seios. Foge ao menor sinal de problemas. Ótima de papos e de beijos.

Guilherme: grande companheiro, que é tão agitado e excitado quanto desajeitado. Mas na hora de comer meu cu ele é muito calmo…

Ana: ela é namora – e é isso que ela é. Sempre cuidou bem de mim quando namoramos… adivinha quando vai se casar?

Júlio: alto, gordinho e charmoso. Me dá vontade de apertar aquele corpo fofo de urso. Um amor de amigo.

Marcela: linda, morena, safada e super discreta. Filha de família tradicional… é tremendamente careta, mas se considera revolucionária.

Camilo: branquinho mignom que vive resmungando. É um tremendo sedutor, mas não sabe diferenciar um orgasmo verdadeiro de um fingido.

Astrid: ela não é bonita, mas quando conversamos de pertinho – como amigas – sinto o cheiro suave de sua boca pequena.

Beatriz: jovem esposa e universitária, à nova moda antiga. Madame, cuida perfeitamente de seu espetacular corpo branco. Nunca transamos.

Ela e eu já nos conhecíamos, já nos olhávamos. Ela me cercou aos poucos: eu inconstante, evasivo, distante e desatento enfim. E eu dei trabalho a ela. Estive muito atento à minha intimidade, que estava toda espalhada pelo meu quarto, no qual ela ficou rapidamente à vontade. Ela ficou mais à vontade que eu.

Sim, eu queria trepar, queria comer. Como não ter tesão com uma gata daquelas sentada na sua cama? E ela também já havia deixado bem claro que queria ser comida, fudida. Eu sabia que ela queria sexo, mas eu não sabia que sexo ela queria! E a primeira trepada é sempre como caminhar em ovos, tentando descobrir como gozar juntos. Eu queria que ela fizesse parte da minha intimidade, queria pra caralho. Queria que aquele primeiro sexo fosse calmo, gostoso. Queria que ela gozasse muito e voltasse pra gozar de novo.

Mas todo primeiro sexo é feito de exploração, descobrimentos e enganos. Mas nunca se deve contar orgasmos na primeira noite. Eu devia tentar segurar até o último instante? Eu devia tentar adivinhar quando ela estivesse gozando?

… eu devia ter pensado menos. Na próxima vez, com certeza eu….