Mulher que não sabe trepar não tem desculpa

Uma das coisas mais inesperadas de minha curta vida foi descobrir que sexo é uma droga como qualquer outra. Sim, existem diferenças entre as mulheres, mas não muitas. Como eu não preciso ser politicamente correto, não tenho motivo pra mascarar a realidade. Se teu marido te diz que você é a melhor, ele está mentindo pra te agradar.

Não tem nada a ver com gostar ou não gostar da mulher. Pra falar a verdade, sexo é distinto de sentimentos. Sexo é vontade de ter a mulher entre os dentes. Uma mordida forte e gentil que puxa um bom naco de carne, mas que não machuca. Sexo é penetração.

Meninas aprendem todo tipo de bobagem pelos filmes, mas algumas conseguem aprender o que é sexualidade. Não é feito fácil, e por isso tem um gostinho de conquista. Para o homem, desvencilhar-se das inutilidades românticas de filmes é uma jornada. Jornada muita vezes dolorosas. Falo da minha própria experiência.

O amor dos filmes é o de duas pessoas que querem adormecer juntas, envelhecer juntas.

Eu quero que o amor dos filmes vá tomar no cu.


Retorno

Hoje este blog declara oficialmente o retorno a suas atividades. Embora o filho pródigo volte à casa de mãos e bolsos vazios, sua cabeça e seu pinto estão cheios de novas experiências.

Há aproximadamente três anos este blog foi muito ativo, e apesar de as postagens terem cessado completamente, ainda há um tráfego considerável. Os posts antigos continuam populares como sempre.

Em alguma medida, eu ainda sou a mesma pessoa. No entanto, ao mesmo tempo que há uma certa continuidade de perspectiva, a vida é mudança. Minha vida mudou drasticamente, sendo que morei em quatro cidades diferentes nos últimos quatro anos. Mudei-me de país, e visitei outros. Comi bucetas internacionais.

Mais do que ressaltar as diferenças, meu momento agora está sendo um momento de reflexão nas similaridades entre todas as mulheres deste mundo.

Tanto a japonesa quanto a holandesa gemem na hora de gozar. Tanto a brasileira quanto a norte-americana têm medo de dar o cu, e querem que você as faça sentir segurança antes de dar a bunda. Quase toda mulher gosta de fazer boquete. Experiência e confiança são um afrodisíaco em qualquer linguagem.

Ainda assim existem diferenças culturais. O fogo na buceta é uma constante, mas o jeito de saciá-lo varia. Lembro-me de uma Japonesa que comi na escadaria gelada do prédio onde fica um pub que frequento. Conversamos menos de cinco minutos, pois já sabíamos o que queríamos antes de dizer a primeira palavra. Eu cheirei seu pescoço e lhe perguntei se queria ir ali fora. Sua resposta foi simplesmente “ok”.

Saímos, e eu a guiei à escadaria. Era inverno, portanto a escadaria estava fria e praticamente ninguém a usava. Nos beijamos como quem se ataca, e eu a prensei contra a parede e comecei a desfazer-me de sua calça jeans. Ela gemeu e se agarrou ao corrimão quando enfiei minha mão em sua calcinha e meu indicador direito eu sua buceta.

Ela me interrompeu e perguntou se eu tinha uma camisinha. Eu já havia tirado uma camisinha com minha mo esquerda, mas estava tendo problemas pra rasgar o pacote.

:)

Empurrei seu corpo contra a parede, enquanto rasgava o pacote com as duas mãos, esfregava meu pinto na sua virilha e mordia seu pescoço com força. Seu corpo parecia se derreter, e ela tremia de levinho quando respirava. Abri meu zíper e equipei-me. Empurrei-a contra a parede, ajoelhei-me e forcei suas calças para baixo.

Ela me olhou como um “deer in the headlights”. Numa tradução livre: igual um animal que vê o carro se aproximando, mas não tem reação nenhuma.

Fiquei de pé, e forcei meu membro por entre suas pernas, de frente mesmo, naquela posição pouco anatômica. Eu sou um pouco mais alto que ela, e tive que a levantar um pouco pra conseguir forçar minha entrada em sua buceta molhadinha. Ela enroscou seus braços ao redor de meu pescoço enquanto eu a golpeava. Primeiro lentamente, mas depois me deixei levar por seu cheiro em minhas narinas, seu cabelo roçando meu rosto, sua buceta pulsando e abraçando meu pau.

Ouvimos o barulho de uma porta se abrindo, e gargalhadas ecoando pelos corredores gelados do prédio. Parecia ser um grupo de amigos bẽbados saindo do bar. Por um instante, ficamos ambos congelados no espaço arfando e olhando um nos olhos do outro, esperando.

O barulho parecia se aproximar, mas nós não conseguimos resistir a nos mover. O movimento tinha mais força que a nossa pequena vontade de contê-lo. Meu pau entrava devagar em sua buceta, que ela apertava tão forte como se agarrava em mim. Gozamos forte, quando os amigos bêbados passarm pela escadaria no andar logo abaixo do nosso.

Dessa história, guarde o seguinte conselho: sempre foda nos lances de escada entre o segundo e o terceiro andar, pois são os mais emocionantes.


O sexo pelo sexo

Nesse nosso mundo moderno, tudo parece querer indicar alguma outra coisa: carro indica dinheiro, sorriso indica sucesso, estar cansado indica trabalho duro. Fachadas erguidas atrás de fachadas. O sexo, claro, não pode ser excluído dessa lista. Só que o sexo em si fica tão emaranhado no meio dessas brincadeiras todas, sabe?

Você malha pra ser forte e dizer que tem um bom preparo físico, e que, portanto, vai exibir uma performance sexual decente. Precisa dizer que é balela? Mas o que me preocupa não é o que a gente faz pra fingir que é bom de cama, mas sim o contrário: o sexo que a gente faz pra mostrar alguma outra coisa. Um exemplo clássico é o sexo de fazer as pazes, quando você dá ou come só pra mostrar que está tudo bem (mesmo que não esteja). Outro, é o sexo que a gente faz pra mostrar que esqueceu alguém: ir pra cama com o primeiro que passar na frente, só pra mostrar (mesmo que pra si mesmo) que ainda sabe usar o que tem no meio das pernas.

Papo vai, papo vem… e o sexo?

Sabiam que fazer sexo é gostoso, e que tem coisas para serem descobertas e curtidas? Infelizmente, o sexo mesmo fica completamente de lado no meio dessa saraivada de significados. A essa altura, nota-se que o termo “sexo” não se refere somente ao coito, mas sim a uma multitude de toques, carícias e brincadeiras. O pior de tudo é quando o sexo passa a ser usado como ferramenta política, especialmente pelas mulheres, quando negam. Essas mulheres, Vinícius já dizia, tem uma coisa de menos dentro do peito. Quanto ao mal uso do sexo, nós homens não ficamos de fora: ah, já te comi, porra!, calaboca aí. (ou coisa que o valha).


Sobre sexo casual

Ela trouxe uma amiga pra conhecer nosso apê. Disse pra eu levar algo pra bebermos, e eu perguntei o quê. Ela disse que confiava no meu bom gosto.

Oi, tudo bem. Eu sou o famoso blablablá, e você? Sim, ela fala muito de você. Pra falar a verdade, acho que – pelo que ela conversa contigo – você deve saber mais sobre minha vida sexual do que eu próprio. Não, não. Ultimamente minha vida sexual tá só com ela mesmo. Você acha disperdício? Peraí, o que ela vai pensar de você chupando meu pau?

Ela não achou nada, ou pelo menos não disse. Voltou da cozinha com três taças de vinho, olhou pra nós com cara meio assustada e meio safada. Sentou-se, e tomou um gole antes de me oferecer a taça. Aí ela deve ter achado minha expressão engraçada, porque riu de mim. Não riu pra mim. Aliás, as duas riram de mim: ela com o vinho na mão, e a amiga com meu pau na mão.


Coisas que não sei se eram pra me dar raiva ou pra me deixar feliz.

Tenho que admitir que adoro coisa velha. Não, eu não tô falando de mulher velha.

Na verdade, estou me referindo a filmes velhos, especialmente entre as décadas de 60 e 80. Tipo Hair ou Rocky Horror Picture Show

Feliz: a gente sabe que todo aquele zeitgeist de putaria, drogas, roquenrou e sem-vergonhice continua existindo dentro das nossas relações sociais e sexuais! Amigas que só não pegam suas amigas sabe-se lá porque! Putarias e drogas e experiências psicodélicas que se engendram em dispositivos completamente inusitados! Deleuzeanamente inocentes! Essas coisas que se insinuam nas rachaduras de amizades e animosidades…

Raiva: é só isso… só insinuação.

É possível ser porra-louca em 2007??? Ou será que essa expressão jamais deixará de ser lembrada como título de filme infantil?


Sobre a fidelidade

Pensemos no caso de empresas de TV a cabo e telefonia móvel ou celular: fidelização é algo considerado como desvantajoso para o cliente. Quero deixar claro que estou usando um raciocínio terrivelmente econômico: se é bom, você paga mais; se é ruim, você paga menos.

A NET oferece um desconto caso você assine um contrato de 1 ano de uso. A TIM, Vivo, BrT, Claro e Oi (todas!) oferecem aparelhos de celular por um preço MENOR caso você prometa que vai ficar com ela por mais tempo (planos pós-pagos ou celular de conta). Analisando de forma mais simples:

Pré-pago: o celular custa R$ 700,00 sem fidelidade (por exemplo).

Pós-pago: o celular custa R$ 400,00 com fidelidade (exemplo também).

Pra onde foram os R$ 300,0 de diferença entre os dois? Não se engane: empresas não dão dinheiro de graça. Isso significa que a empresa considera a sua fidelidade como equivalente a R$ 300,00!

Pois bem, porque não usar o mesmo raciocínio para os relacionamentos pessoais? O caso mais comum é: a moça diz que só quer dar se for depois do casamento (ou se estiver namorando). Imagine a moça dizendo algo como: a fidelidade é uma desvantagem, eu sei!, e por isso ofereço-lhe algo de que disponho e que considero de valor para você (a xota, a buceta ou a perseguida, pros íntimos)!

Será que alguma trepada vale tanto quanto um contrato vitalício de fidelidade, o casamento?

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feliz natal?

Acordo tarde, aproveitando um dos poucos dias em que posso dormir até tarde sem me sentir culpado. Meu apartamento está vazio, enquanto pego um copo de água no filtro, ligo a tevê e me sento no sofá.

Resumo rápido do que acontece durante o dia: encho a cara com amigos. Encontrei a galerinha do mal do trabalho em um posto de gasolina depois do almoço – e eu acho uma merda ficar bebendo em posto! -, e começo a brincadeira com cerveja long neck. Depois vou almoçar com a família da namorada, onde começo a subir de nível: Red Label, meu whisky 8 anos favorito. Em seguida, eu passo a tarde cochilando assistindo a filmes de família de natais antigos em que todo mundo tem aqueles cortes esquisitos de cabelo. Aliás, toda a família insiste que eu traga a namorada de volta cedo… :) No início da noite, passo na casa da minha família, onde as coisas são menos refinadas e mais agitadas: a bebida aqui é tequila em doses! >:)

Despeço-me de todos, deixo a namorada em casa e parto para um natal mais feliz… nessa hora é que me lembro de uma frase que talvez seja anônima: todas as mães são umas putas, porque querem que nós façamos o que elas querem; e toda puta é uma mãe, porque faz tudo o que nós queremos.


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