Acordo tarde, aproveitando um dos poucos dias em que posso dormir até tarde sem me sentir culpado. Meu apartamento está vazio, enquanto pego um copo de água no filtro, ligo a tevê e me sento no sofá.
Resumo rápido do que acontece durante o dia: encho a cara com amigos. Encontrei a galerinha do mal do trabalho em um posto de gasolina depois do almoço – e eu acho uma merda ficar bebendo em posto! -, e começo a brincadeira com cerveja long neck. Depois vou almoçar com a família da namorada, onde começo a subir de nível: Red Label, meu whisky 8 anos favorito. Em seguida, eu passo a tarde cochilando assistindo a filmes de família de natais antigos em que todo mundo tem aqueles cortes esquisitos de cabelo. Aliás, toda a família insiste que eu traga a namorada de volta cedo…
No início da noite, passo na casa da minha família, onde as coisas são menos refinadas e mais agitadas: a bebida aqui é tequila em doses! >:)
Despeço-me de todos, deixo a namorada em casa e parto para um natal mais feliz… nessa hora é que me lembro de uma frase que talvez seja anônima: todas as mães são umas putas, porque querem que nós façamos o que elas querem; e toda puta é uma mãe, porque faz tudo o que nós queremos.