A fidelidade masculina do meu pinto

Eu nunca me lembro de detalhes.

Há alguns dias, estávamos a curtir a companhia de algumas moças cheirosas e bem-apessoadas. A quem interessar possa, no momento resido no Japão, e as moças em questão eram japonesas legítimas, sem nenhum português e com escassas palavras disponíveis no inglês. Havíamos papeado por algum tempo, quando chega uma amiga das mocinhas, com um terninho preto. Meu queixo caiu, e meu pinto subiu.

Fui logo me amigando da moça, e meia hora depois estávamos sentados lado a lado, de mãos dadas. Acho que o nome dela era Asako, ou Asuko. Ela tinha um cheiro agradável, misturando perfume com suor.

A pior parte de se perder uma menina linda é perceber claramente qual foi seu erro. Essa é a parte mais difícil de aceitar. Você consegue ver claramente que o erro foi seu. A japinha, antes de eu me atrapalhar, chegou até a pedir meu telefone! Mas como foi que eu me atrapalhei? Eu fiquei com muita vontade de fazer acontecer, mas não quis deixar ela sem graça na frente das amigas. Grande erro.

Ela percebeu a minha indecisão, e menina nenhuma perdoa a indecisão masculina, seja no Brasil ou no Japão.

Quando eu vi que tinha me fudido, resolvi partir pra próxima. Olhei ao redor, detectei três lindas mocinhas e deixei o treinamento cumprir o seu papel. Desta vez meu pinto teria que saciar sua sede de sangue.

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Mulher que não sabe trepar não tem desculpa

Uma das coisas mais inesperadas de minha curta vida foi descobrir que sexo é uma droga como qualquer outra. Sim, existem diferenças entre as mulheres, mas não muitas. Como eu não preciso ser politicamente correto, não tenho motivo pra mascarar a realidade. Se teu marido te diz que você é a melhor, ele está mentindo pra te agradar.

Não tem nada a ver com gostar ou não gostar da mulher. Pra falar a verdade, sexo é distinto de sentimentos. Sexo é vontade de ter a mulher entre os dentes. Uma mordida forte e gentil que puxa um bom naco de carne, mas que não machuca. Sexo é penetração.

Meninas aprendem todo tipo de bobagem pelos filmes, mas algumas conseguem aprender o que é sexualidade. Não é feito fácil, e por isso tem um gostinho de conquista. Para o homem, desvencilhar-se das inutilidades românticas de filmes é uma jornada. Jornada muita vezes dolorosas. Falo da minha própria experiência.

O amor dos filmes é o de duas pessoas que querem adormecer juntas, envelhecer juntas.

Eu quero que o amor dos filmes vá tomar no cu.


Fudendo em Las Vegas, Sao Francisco e Seattle

Caros leitores, perdoem a falta de acentos neste post. A justificativa e que estou em um teclado Japones, e parece-me impossivel decifrar os caminhos atraves dos quais eu poderia adicionar o software necessario ao Windows Vista. Em resumo, e muito trabalho pra pouco resultado.

Trago novidades da terra do sol nascente, mas nao pertinentes somente as bucetas Japonesas. Vou anunciar num de repente: daqui uma semana embarco em um aviao pros EUA. Os planos sao de ficar uma semana em Sao Francisco, uma semana em Las Vegas, e depois uma semana em Seattle. Em Sao Francisco vou so curtir a paisagem, praticar minha habilidade de falar obscenidades em Ingles, e provavelmente comprar um par de sapatos novos, que estou precisando faz tempo. Las Vegas normalmente dispensa explicacoes, mas neste caso a excecao se faz presente: vou ficar no Venetian Hotel, junto com a galera que escreveu o livro The Game. Depois da esbornia garantida, embarco diretamente para Seattle, onde vou fazer skydiving e ir a um festival chamado Summer Meltdown. Vida complicada.

Bom, agora vem a pergunta que nao quer calar: que putarias eu devo falar pras gringas tesudas? Tive a ideia de deixar meu iPhone sempre a mao, junto com umas canetas daquelas de ponta grossa. Dai, durante ou depois da foda, eu puxaria uma caneta e comecaria a foder e desenhar ao mesmo tempo. Talvez, se a criatividade estivesse faltando, eu poderia simplesmente escrever: “Fuck me, please!” Ai, eu puxaria o telefone, ligaria a camera, e tiraria algumas fotos. Em nenhum momento eu tiraria meu pinto de dentro dela, e, caso ela comece a reclamar, eu usaria a infalivel tecnica de falar coisas nada aver.

Por exemplo:

– O que ce ta fazendo!? Pra que essa caneta?

– E porque eu to com sede. – desenha um copo d’agua perto da buceta dela, e depois vai la beber um pouco de “agua”.

Ou entao:

– Camera nao! Nada de foto!

– Que isso? To so gravando um vlog pro YouTube… – continua fudendo, liga a camera e comeca a falar igual ao PC Siqueira.

Caso voce tenha mais ideias, deixe nos comentarios abaixo.

🙂


Retorno

Hoje este blog declara oficialmente o retorno a suas atividades. Embora o filho pródigo volte à casa de mãos e bolsos vazios, sua cabeça e seu pinto estão cheios de novas experiências.

Há aproximadamente três anos este blog foi muito ativo, e apesar de as postagens terem cessado completamente, ainda há um tráfego considerável. Os posts antigos continuam populares como sempre.

Em alguma medida, eu ainda sou a mesma pessoa. No entanto, ao mesmo tempo que há uma certa continuidade de perspectiva, a vida é mudança. Minha vida mudou drasticamente, sendo que morei em quatro cidades diferentes nos últimos quatro anos. Mudei-me de país, e visitei outros. Comi bucetas internacionais.

Mais do que ressaltar as diferenças, meu momento agora está sendo um momento de reflexão nas similaridades entre todas as mulheres deste mundo.

Tanto a japonesa quanto a holandesa gemem na hora de gozar. Tanto a brasileira quanto a norte-americana têm medo de dar o cu, e querem que você as faça sentir segurança antes de dar a bunda. Quase toda mulher gosta de fazer boquete. Experiência e confiança são um afrodisíaco em qualquer linguagem.

Ainda assim existem diferenças culturais. O fogo na buceta é uma constante, mas o jeito de saciá-lo varia. Lembro-me de uma Japonesa que comi na escadaria gelada do prédio onde fica um pub que frequento. Conversamos menos de cinco minutos, pois já sabíamos o que queríamos antes de dizer a primeira palavra. Eu cheirei seu pescoço e lhe perguntei se queria ir ali fora. Sua resposta foi simplesmente “ok”.

Saímos, e eu a guiei à escadaria. Era inverno, portanto a escadaria estava fria e praticamente ninguém a usava. Nos beijamos como quem se ataca, e eu a prensei contra a parede e comecei a desfazer-me de sua calça jeans. Ela gemeu e se agarrou ao corrimão quando enfiei minha mão em sua calcinha e meu indicador direito eu sua buceta.

Ela me interrompeu e perguntou se eu tinha uma camisinha. Eu já havia tirado uma camisinha com minha mo esquerda, mas estava tendo problemas pra rasgar o pacote.

🙂

Empurrei seu corpo contra a parede, enquanto rasgava o pacote com as duas mãos, esfregava meu pinto na sua virilha e mordia seu pescoço com força. Seu corpo parecia se derreter, e ela tremia de levinho quando respirava. Abri meu zíper e equipei-me. Empurrei-a contra a parede, ajoelhei-me e forcei suas calças para baixo.

Ela me olhou como um “deer in the headlights”. Numa tradução livre: igual um animal que vê o carro se aproximando, mas não tem reação nenhuma.

Fiquei de pé, e forcei meu membro por entre suas pernas, de frente mesmo, naquela posição pouco anatômica. Eu sou um pouco mais alto que ela, e tive que a levantar um pouco pra conseguir forçar minha entrada em sua buceta molhadinha. Ela enroscou seus braços ao redor de meu pescoço enquanto eu a golpeava. Primeiro lentamente, mas depois me deixei levar por seu cheiro em minhas narinas, seu cabelo roçando meu rosto, sua buceta pulsando e abraçando meu pau.

Ouvimos o barulho de uma porta se abrindo, e gargalhadas ecoando pelos corredores gelados do prédio. Parecia ser um grupo de amigos bẽbados saindo do bar. Por um instante, ficamos ambos congelados no espaço arfando e olhando um nos olhos do outro, esperando.

O barulho parecia se aproximar, mas nós não conseguimos resistir a nos mover. O movimento tinha mais força que a nossa pequena vontade de contê-lo. Meu pau entrava devagar em sua buceta, que ela apertava tão forte como se agarrava em mim. Gozamos forte, quando os amigos bêbados passarm pela escadaria no andar logo abaixo do nosso.

Dessa história, guarde o seguinte conselho: sempre foda nos lances de escada entre o segundo e o terceiro andar, pois são os mais emocionantes.


O velho e a moça

Ficar velho tem suas desvantagens, admito: a barriguinha que não volta mais, o cansaço, a falta de paciência. Por outro lado, sexo é menos esporte que brincadeira, e o velho aqui vai ficando cada vez melhor com esse tempo que passa devagar. E ela pede pra eu fazer assim, diz que gosta de fazer assado, acha que seria legal ir assim ou pra cá… been there, done that.

É ótimo brincar de professor, fingir que está no topo do mundo. Mostrar as brincadeiras que – de fato – se aprendeu nesse tempo de estrada. Lembro-me especialmente de uma mocinha muito assanhada que não queria tirar a calcinha num momento em que estávamos já agarrados, na cama dela, de cuequinha e calcinha. Sabe aquele “não” que na verdade já diz tudo, porque ela de fato não quer te dar, mas que também expressa um certo desespero de quem não achou que iria gostar tanto da brincadeira? Esse “não” só dizia no meu ouvido assim: pára de insistir em me comer, cara, eu quero ficar aqui de boa, mas sem sexo, e isso não vai rolar se você ficar insistindo, porra! E eu, no auge da minha putice, pensei comigo mesmo: tenho que jogar dos dois lados.

Simples assim: eu continuo deixando a pegação rolar, sem insistir no sexo, mas estimulando só o sexo. Isso significa, basicamente, evitar abraços muito apertados que não incluam ralar meu pinto por cima da calcinha dela. Também implica em puxar a mão dela pro meu pau, dar-lhe aquele princípio de dedada, só pra dar vontade, maneirar nos beijos, pra não distrair a atenção, e – claro – usar aqueles pontos fracos que toda mulher tem, mas que variam de mulher pra mulher. Se tu levou a mina pra cama peladinha, é de se esperar que você já tenha esse conhecimento, mesmo que só um pouco.

Num jogo de bilhar, esse tipo de sacanagem é o que a gente chama de sinuca de bico: ela não quer parar, mas não quer prosseguir. Aí você pára e prossegue: pára, porque diminui o estímulo que ela quer (o da pegação), e prossegue, porque aumenta o estímulo na parte que ela não quer (a da trepada). É uma puta sacanagem, e eu não recomendo o uso constante em namoradas ou esposas (a não ser que elas peçam), porque não é legal forçar uma trepada quando a mina não quer. Por outro lado, você vai acabar ganhando uma admiradora do seu potencial, mas que vai ter medo de se abrir pra ti de novo, já que sabe da sua “insistência” ou dos seus perigos… entendem?

Quanto à moça em questão, não trepamos. Ela resistiu bravamente, porque queria que eu dormisse na casa dela aquele dia (algo que vai contra certos princípios meus). Acabou oferecendo um boquetinho e sabe-se-lá-o-que-mais se eu ficasse por lá, mas aí fui eu quem decidiu partir. Até hoje a diabinha mantém contato comigo, e o papo sempre descamba pra leves putarias, do tipo que cabem em mensagens instantâneas.


Sobre a fidelidade

Pensemos no caso de empresas de TV a cabo e telefonia móvel ou celular: fidelização é algo considerado como desvantajoso para o cliente. Quero deixar claro que estou usando um raciocínio terrivelmente econômico: se é bom, você paga mais; se é ruim, você paga menos.

A NET oferece um desconto caso você assine um contrato de 1 ano de uso. A TIM, Vivo, BrT, Claro e Oi (todas!) oferecem aparelhos de celular por um preço MENOR caso você prometa que vai ficar com ela por mais tempo (planos pós-pagos ou celular de conta). Analisando de forma mais simples:

Pré-pago: o celular custa R$ 700,00 sem fidelidade (por exemplo).

Pós-pago: o celular custa R$ 400,00 com fidelidade (exemplo também).

Pra onde foram os R$ 300,0 de diferença entre os dois? Não se engane: empresas não dão dinheiro de graça. Isso significa que a empresa considera a sua fidelidade como equivalente a R$ 300,00!

Pois bem, porque não usar o mesmo raciocínio para os relacionamentos pessoais? O caso mais comum é: a moça diz que só quer dar se for depois do casamento (ou se estiver namorando). Imagine a moça dizendo algo como: a fidelidade é uma desvantagem, eu sei!, e por isso ofereço-lhe algo de que disponho e que considero de valor para você (a xota, a buceta ou a perseguida, pros íntimos)!

Será que alguma trepada vale tanto quanto um contrato vitalício de fidelidade, o casamento?

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Feliz 2008

Voltei, cheguei e tô morto.

Vô ali dormir pra me recuperar do jet lag.

Feliz ano novo a todos!