Sobre a fidelidade

Pensemos no caso de empresas de TV a cabo e telefonia móvel ou celular: fidelização é algo considerado como desvantajoso para o cliente. Quero deixar claro que estou usando um raciocínio terrivelmente econômico: se é bom, você paga mais; se é ruim, você paga menos.

A NET oferece um desconto caso você assine um contrato de 1 ano de uso. A TIM, Vivo, BrT, Claro e Oi (todas!) oferecem aparelhos de celular por um preço MENOR caso você prometa que vai ficar com ela por mais tempo (planos pós-pagos ou celular de conta). Analisando de forma mais simples:

Pré-pago: o celular custa R$ 700,00 sem fidelidade (por exemplo).

Pós-pago: o celular custa R$ 400,00 com fidelidade (exemplo também).

Pra onde foram os R$ 300,0 de diferença entre os dois? Não se engane: empresas não dão dinheiro de graça. Isso significa que a empresa considera a sua fidelidade como equivalente a R$ 300,00!

Pois bem, porque não usar o mesmo raciocínio para os relacionamentos pessoais? O caso mais comum é: a moça diz que só quer dar se for depois do casamento (ou se estiver namorando). Imagine a moça dizendo algo como: a fidelidade é uma desvantagem, eu sei!, e por isso ofereço-lhe algo de que disponho e que considero de valor para você (a xota, a buceta ou a perseguida, pros íntimos)!

Será que alguma trepada vale tanto quanto um contrato vitalício de fidelidade, o casamento?

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